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Skank: ‘Somos responsáveis pelo renascimento do pop rock dos anos 90’

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Na década de noventa, era só você ligar o rádio e já começava a tocar Garota Nacional, É Uma Partida de Futebol, Te Ver, Pacato Cidadão e Jackie Tequila. Todos hits memoráveis do Skank, banda mineira que agora, em 2018 e após 15 álbuns lançados, revisita o início de carreira no novo CD e DVD ao vivo Os Três Primeiros, homenageando os álbuns Skank (1992), Calango (1994) e Samba Poconé (1996).

“Para entender o pop rock dos anos noventa, você precisa passar por esses três álbuns do Skank. Somos os responsáveis pelo renascimento do filão pop rock dos anos noventa”, diz Samuel Rosa em entrevista ao Virgula. O vocalista e guitarrista explica:

“O rock dos anos oitenta foi um estouro, como se fosse o sertanejo hoje. Mas no final da década já havia um desgaste, e no início dos noventa também pois nada de novo acontecia. Muitas bandas começaram a cantar em inglês inspiradas pelo sucesso do Sepultura. Então, digo que os Raimundos, Chico Science, Gabriel O Pensador e o Skank deram um alento ao rock nacional, chamando a atenção de selos que haviam dentro de grandes gravadoras e cuidavam do pop rock”.

Sobre esse ‘boom’ que o grupo teve na época, Samuel relembra: “De uma simples promessa, o Skank se concretizou a uma vendagem absurda. Estratosférica, digamos. ‘Samba Poconé’, por exemplo, vendeu um milhão e oitocentas mil cópias. O pop rock era do tamanho do É o Tchan. Os números de vendagens eram iguais aos de artistas de axé e pagode. Então, rever ‘Os Três Primeiros’ é entender um pouco da ascensão daquela cena, daquele momento”

 

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